Há quem terá muitos ganhos e lucros com o Coronavirus

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram

Compartilhe este artigo!

Prof. Rodrigo Antonio Chaves da Silva Ganhador do prêmio internacional Luis Chaves de Almeida

Não somos partidários das “teorias da conspiração” mas de teses com bases reais. Existe muita crítica dos supostos teóricos da conspiração, todavia, quando estes trazem relações, deduções, documentos e fatos, a mera crítica a eles passa a ser tênue, e todos os opostos altamente deficientes, porque uma ideia modal nem sempre é a mais correta ainda aquela que se propaga de maneira proposital nos meios televisivos, sem as provas que os supostos “conspiradores” trazem. Todos aqueles que demonstram suas teses com fundamentação devem ser respeitados. E são análises fantásticas. Defendemos o equilíbrio: nem as ideias apocalípticas sem sustentação, nem o ceticismo sem a análise das conexões. Aqueles que assim mostrarem causas importantes com bases documentais, ou análises inteligentes, vamos acreditar constantemente e precipuamente. O bom jornalista no indício, já deve produzir a sua informação, e levantar a sua crítica.   Aqui não trataremos dos problemas políticos, mas colocaremos uma hipótese ao final, e ainda os fatos ligados ao mesmo Corona vírus de tal sorte que o leitor fará as suas conclusões. Primeiramente, a epidemia produz um alarde geral, vinda da China para o mundo. Os contratos chineses com o mundo todo, que ampliavam a economia e melhoravam todas as partes que negociavam com tal país, ficam praticamente suspensos, alguns são anulados, outros cancelados.

Isso gera um tipo de instabilidade.

A instabilidade, efetuada pela incerteza, provoca CRISES NOS MERCADOS DE VALORES, ou mais bem dizendo GRANDE VOLATILIDADE DOS PREÇOS NEGOCIADOS NA BOLSA. O resultado da alteração drástica é uma GRANDE ESPECULAÇÃO, ou seja, mais movimentação de dinheiro só que artificial. Isto é o que está acontecendo processualmente, mas vamos analisar mais profundamente tal dinâmica. Internamente a China passa por inflação e muito alta, sabemos que lá há uma concentração de renda maior que a dos Estados Unidos, é um dos países com mais concentração do mundo também; existem problemas políticos e ideológicos, ausência de uma democracia suficiente mesmo o mecanismo do partido comunista tendo feito institutos para coibir a corrupção, ainda reina o absoluto pensamento ideológico e partidário que rechaçamos inteiramente, porque este, em especial, refreia a liberdade e impede a justiça social como um todo. A população no ano passado foi às ruas pedindo melhores condições de vida e liberdade social que não existe no país. O mercado de animais vivos de Wuhan, segundo diversas imagens e divulgações na internet, não é o dos mais recomendados para se frequentar, embora fosse ele frequentadíssimo. Com venda de animais e bichos vivos livremente. Dizer que o chinês gosta de comer aquelas coisas é bastante ignorância da história da China e do expurgo comunista que lá existiu. A história da alimentação chinesa vem do confucionismo, era rica em arroz, pimentão, pimenta, alho, carne de boi, carne de porco, vinagre, frango, gengibre, entre outras guloseimas, isto é, os melhores condimentos e alimentos. A literatura culinária chinesa era feita por grandes médicos e conselheiros dinásticos. Muito diferente da alimentação que é a atual depois do expurgo comunista. Os chineses foram obrigados por questões de fome e necessidade extrema, principalmente os menos providos, a mudarem os seus costumes alimentares. E neste caso passaram a tomar como normal aquilo que não é comum na alimentação como comer animais domésticos (o mesmo de passa na Venezuela com o socialismo-bolivariano, não havia costumes de se comer cachorros e gatos, depois passou-se a fazê-lo), ou bichos rasteiros e selvagens. Além disso, as condições de higiene daquele mercado são péssimas. A causa do vírus mais precisa, segundo as informações, é a alimentação vinda de morcego. Portanto, foi a ingestão desse “alimento” que gerou o início da doença, e o seu espalhamento, que, quando fora divulgada pelo médico que a constatou, em redes sociais, as autoridades o proibiram prontamente, fazendo com que tivessem mais problemas de informação social (ele infelizmente morreu com a doença também). Devido a certos costumes alimentares, mais ou cedo ou mais tarde algo excêntrico iria acontecer. Mas ninguém pensaria numa epidemia, embora isso era consequente com a ingestão de tais bichos, animais, e insetos, que não foram feitos para a alimentação sadia e normal do homem. Pois bem, nesta crise interna chinesa (de larga inflação e reinvindicação social), aparece o vírus, e os contratos externos começam a ser cancelados, o mundo inteiro se alarma; no Brasil já cresce o número suspeitos, nos Estados Unidos em Nova Rochelle há o maior número de casos externos só perdendo para a Itália, numa região de Palermo. Parece que em todos os continentes já existem traços da doenças. E uma mortalidade que varia de 2% a 10% dos casos de infectados. Os sintomas são de um gripe muito forte, com febre, e dor no corpo. Mas para algumas idades é absolutamente fatal. Os efeitos em três meses de doença, epidemia, e informação prodigiosa da mídia, além de reduzir os contratos chineses fizeram as sociedades de valores ou bolsa de ações caírem ou despencarem em muitos produtos, especialmente nas commodities. O termo commodities vem de “comum”, são os produtos extraídos da natureza, ou do setor primário. É um conceito usado para os produtos negociados no mercado, mas que possuem um tipo de volatilidade muito grande porque vêm diretamente da natureza, como o combustível fóssil, a carne, o leite, a soja, o feijão, o arroz, diversos grãos, os produtos naturais como um todo. Portanto quando há uma crise de mercado, o primeiro preço a se alterar rapidamente é o das commodities, ou seja, dos produtos comuns e naturais, ou provindos do meio ambiente. Se os valores caem, mesmo algumas bolsas com alternância de valores, o preço de ações de certas empresas vão cair, porque a expectativa do mercado é uma das piores possíveis. É uma linha teórica de sinalização do mercado. Se a imagem da empresa, ou do país que negocia determinados contratos caem, consequentemente a bolsa de valores destes mercados irão cair, e com isso os preços das ações ficarão muito MAIS BARATOS. Quando há uma epidemia, naturalmente os preços dos produtos das commodities vão cair, porque se liga a imagem dos alimentos naturais com aquela doença, fazendo com que desfavoreça a valorização de ações de empresas que têm produtos extraídos da natureza. Perceba que acontecerá uma crise rápida no mundo, esporádica, até desaparecer o surto, todavia, durante tal crise, haverá consequentemente QUEDA DE AÇÕES por causa de fatores psicológicos e sociais. Se o preço cai, FICA MAIS BARATA A AÇÃO.

Assim acontece uma onda constante de ESPECULAÇÃO depois destes fatos.

O que estamos dizendo e é fato, que com a queda do valor de mercado do Petróleo em 30%, e com a queda de outros produtos no mercado, das commodities em geral, além da queda do mercado chinês (pois não se pode levar produtos mais para lá devido à restrição), o preço das ações ficará mais em conta para que muita gente compre, inclusive os poderosos do mundo. Será neste intervalo de tempo, entre o mês passado, até o mês alto da crise da doença, do vírus maldito, que teremos pois as maiores quedas das ações, e com isso uma onda de INVESTIMENTO EM ESPECULAÇÃO MUITO FORTE, de tal sorte, que MUITOS GANHARÃO COM TAL SITUAÇÃO, NA COMPRA DE AÇÕES A PREÇOS BAIXOS, para depois ganharem muito, passando esta crise, os altos lucros dessas empresas. Ou seja, é fato, público, notório e incontestável, que o que haverá de gente, empresas, especuladores, governos, e demais investidores, que irão comprar ações a preço muito baixo, ou até fazer grandes negociações nas empresas, será um volume muito grande, portanto, haverão aqueles que estarão LUCRANDO COM O SURTO DESTA NOVA GRIPE. Não estamos dizendo que esta doença foi propositalmente criada, pode até ser sido numa hipóteses que não iremos trabalhar (trabalhamos mais a hipótese do costume alimentar e do incidente ocasional, embora por muitos anos se esteja aberto aquele mercado e comendo dos morcegos por quê só agora surge o surto? Só neste momento delicado internamente? Para quem interessa isso à custa da vida das pessoas?) agora por questões de foco, mas ela veio num momento interno chinês preocupante, e num momento externo de baixa de taxas mundiais de juros, inclusive no Brasil, o berço dos marajás e especuladores, o país dos rentistas, fazendo com que haja um certo “benefício” e um crescimento dos ganhos notadamente, de gente que aproveita da situação para lucrar comprando as ações a preço muito baixo. Portanto, é algo totalmente axiomático, e já está acontecendo, que destituída as verdadeiras causas desta gripe, das mais remotas, ela acontece num momento estratégico tanto para a China quanto para os especuladores do mundo – que são minoria -, de sorte que muitos LUCRARÃO ou terão GANHOS à custa do surto e da doença, à custa até da morte de muitos, para que possam crescer suas taxas e terem novas empresas, novas ações e novos rendimentos. Este fato já está acontecendo, com a compra por parte de pessoas físicas ou jurídicas de inúmeras parcelas de capital que caíram consequentemente, depois de tais eventos. Portanto, após estes acontecimentos vocês verão os que “lucraram” com tal doença, os que mais lucrarão serão uma minoria, de tal maneira, que bastaria verificar nas maiores empresas, ou as mais afetadas commodities, quais foram os investidores e rentistas que compraram ações de diversos empreendimentos no período do surto, ou acompanhar os compradores das principais bolsas de valores do mundo, basta fazer a análise e tirar suas conclusões com a lista enorme daqueles que especularam e obtiveram ganhos com a infeliz noticia, ou a maldita proliferação da doença nova que mata, e gerou uma das maiores epidemias atuais do mundo que já levou a muitos. Há, sem dúvida, quem ganha, ainda ganhará muito com o surto desta doença aproveitando as ondas de quedas de mercados, e as ocasiões para a especulação.