Como funciona a despesa na azienda pública

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram

Compartilhe este artigo!

De um modo muito simples pela forma de impostos.  Toda a despesa é determinada. Fixada. E os impostos tem que acompanhar esta despesa.

 

Na prática isso não acontece.

 

O problema na entidade pública não é este.

 

No Brasil cerca de 60% praticamente é gasto com folha e o restante com as políticas públicas.
Se pegarmos um percentual obrigatório de 15%, outro de 10%, sobra apenas 15% do orçamento geral. E não é gasto como deveria com as políticas públicas.

 

Quando dizemos isto há uma razão especial: a primeira é que a qualidade do gasto é muito baixa. Ou seja, se gasta muito e o nível de serviço é pequeno.

 

O brasileiro não tem saúde com qualidade, não tem educação, não tem transporte. Isso já é pago na tributação. Depois, o pior problema: pagamos mais ou indiretamente pelos serviços, ou duplamente para tê-los como é o caso do transporte, o caso da educação, ou caso da saúde.

 

Tudo nós pagamos duplamente.
Para ter o que já era para existir se os salários internos do Estado não fossem tão altos conseguidos pelo “direito adquirido”.

 

É um modelo de taxação progressiva. O Estado gasta tudo. Não tem poupança. Não faz o que deveria. Nós pagamos muito. E quanto mais se gasta menos renda se tem.

 

Tanto o trabalhador comum, quanto o pequeno empresário.

 

O Grande ainda tem um pouco de renda, mas quem sofre mais é a base da pirâmide que precisa de recursos para sobreviver.

 

Em suma a despesa pública em nosso país ela funciona assim, sugando a nossa riqueza, e sem contrapartida nenhuma dos serviços. Gerando toda a concentração que vemos hoje.

 

Quanto mais o Estado gasta  Menos dinheiro sobra na mesa do trabalhador.

 

Estatísticas mostram que o Estado consome cerca de 56% da circulação, e diretamente no mínimo 40%. A dívida do Estado foi de quase 90% do PIB.

 

Quanto mais o Estado gasta, mas ele faz a despesa. E o que é a despesa do Estado? É o recurso que vem dos nossos impostos. Na verdade a renda do Estado é o tributo. Logo nós pagamos para ele fazer o que não faz e deveria, e ainda pagamos o seu prejuízo.

 

No fundo o Estado toma prejuízo porque ele gasta para si os recursos que nós damos e não para o povo.

 

O Estado é o patrão invisível que suga a nossa riqueza, mantém vida de rico, e depois nos acusa da desigualdade. É mais ou menos assim que funciona.

 

Há uma concentração de renda da parte do Estado de 70% no mínimo com os funcionários mais bem pagos por ele, o que gera uma faixa de 10 milhões de pessoas. Esses consomem 70% do orçamento.

 

A previdência quebrou por causa disso, quem paga a diferença dos funcionários, e dos gastos do Estado é o trabalhador comum. Enquanto a renda média é de quase dois salários a renda de um servidor mínimo é de 9 salários, do executivo é de 30 salários, e do legislativo é de 18 salários.

 

Ou seja, nós mantemos não a política pública mas a regalia de quem está dentro do Estado.

 

Se o Estado quebra vamos junto com ele. Mas você deu dinheiro para ele roubar, fraudar, e gastar com comodidade para gente dele? Creio que não. Mas é isso. A receita do Estado vem do seu bolso, para dar vida de marajá àqueles que tinha a função de nos ajudar e não o fazem. Não trabalham como deveria e ganham muito bem. O resultado disso é a quebra da sociedade sem dúvida alguma.